Para lembrar e sentir

Desde o início do ano se tem falado, e  lembrado, dos trinta anos da ausência de Elis Regina.

Quando Elis deixou o Planeta Terra, eu tinha apenas 12 anos. Trago na minha memória um pouco desse momento e do impacto que foi a perda. Naquela época eu conhecia pouco suas interpretações. Apenas depois que a estrela se foi, fui me aproximando de seu brilho, sem nunca vê-lo em sua totalidade .

Não tenho muito o que falar. Sinto Elis por meio de suas interpretações. Destaco três, com poéticas distintas e formidáveis interpretações: A primeira é ‘Redescobrir’, de Gonzaguinha.  A segunda é ‘Vento de maio’, de Márcio Borges e Telo Borges; e a  terceira é ‘A dama do apocalipse’, composição de  Nathan Marques e Crispim Del Cistia.

Aqui estão:

Primeiro: ‘Redescobrir’

Agora é vez de: ‘Vento de Maio’

E para finalizar, ‘A dama do apocalipse’

Um super abraço!

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