Um encontro com Ferreira Gullar

Amig@s blogueir@s!

Quando eu nasci, José Ribamar Ferreira havia sido preso pelo AI-5. Eu não tinha a menor ideia do que era isso. Somente tomei conhecimento desse tal AI-5 na escola, por volta dos 13/14 anos, nas aulas de História.

Conheci Ferreira Gullar no início de minha adolescência. Tal qual a maioria dos meus amigos adolescentes, eu estava ‘buscando’ um lugar no mundo, sem ter sequer a noção do que realmente queria… Naquela fase, Gullar me falou sobre “Traduzir-se”, no poema que transcrevo abaixo:

(fonte:Luso Poemas)

Nesse último domingo, reencontrei Ferreira Gullar. Ele estava lá, no Bosque da Leitura, no Parque Cidade de Toronto .

A sua cor, amarelo, me atraiu. Peguei-o suave e ternamente. Busquei-o nas páginas do Círculo do Livro. Minhas dúvidas de adolescente ressurgiram na memória. Achei graça nelas… Não as vejo mais como dúvidas, e, então, elas se dispersaram…

Continuei a folheá-lo. Meu Deus, como Gullar é maravilhoso…

Nesse reencontro, Gullar me falou o seguinte:

Naquele domingo nublado, o Sol veio também ao nosso encontro e afastou as nuvens escuras, seu brilho aqueceu o carinho e a sensibilidade entre mim e Gullar. Reconheci muitas mudanças  neste reencontro e senti minha semana começar com expressividade poética.

Valeu Gullar!

Um abraço em tod@s!

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