Archive for dezembro \31\UTC 2009

Desejos para o Ano Novo

31/12/2009

Amig@s blogueir@s!

 

O ano chega a seu final,  e quando isso acontece todas as pessoas se abraçam e manifestam os seus desejos de Ano Novo para aqueles  que amam.

Comigo não seria tão diferente. Porém, para não ficar muito igual,  os meus desejos a todos vocês  estarão em forma de  música, mais precisamente   numa canção do músico Frejat. É só clicar no vídeo abaixo e ouvir atentamente o poema/canção.

Um abraço e até 2010!

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Um tempo para o tempo

18/12/2009

Amig@s blogueir@s!

E 2009 está terminando…

Quando iniciou o mês de Dezembro ouvi de muitas pessoas o lamento: “Acabou o ano e eu não fiz o que planejei!”, ou ainda: “Puxa! O tempo acabou e eu nem comecei…”

Sempre quando o ano está próximo de seu final, pensamos sobre o tempo: o tempo que passou, o tempo que não deu tempo de fazer as coisas planejadas. Percebo que esse é um período em que  nossa memória faz uma retrospectiva e reavalia renovando os projetos e traçando sonhos.

Na semana passada li um artigo no Caderno Equilíbrio da Folha de São Paulo, muito interessante intitulado: Passagens, de Dulce Critelli, em que faz sua análise sobre a questão do tempo.

Trago o artigo na íntegra e compartilho com vocês desse momento de reflexão:

PASSAGENS

Dulce Critelli

As flores costumam durar poucos dias, um espetáculo dura umas duas horas. Duramos entre um dia e outro, entre um mês e outro, entre os nossos afazeres e compromissos. Duramos entre nosso nascimento e nossa morte.

O tempo é nossa condição de vida. Diz o filósofo alemão Martin Heidegger: o homem não tem tempo, ele é um tempo que se esgota, se emprega, se consome. Por isso, contabilizamos a vida entre antes, agora e depois, entre passado, presente e futuro, entre o logo mais, o há pouco, o neste instante. O interessante é que o tempo é tão presente e imediato que nem o percebemos. E, em épocas de passagens tão convencionais, como o fim de ano, essa consciência parece vir à tona.

Reclamamos por não conseguirmos terminar a tempo nossos afazeres. Lamentamos ter que levar para o próximo ano coisas indesejáveis, como dores, dívidas, desavenças… E não nos conformamos com coisas que não poderemos levar.

Momentos especiais de passagem nos põem de cara com o tempo, especialmente com o futuro. Nossa tradição nunca o privilegiou, embora viva para ele. Privilegiou o passado.

Acredita-se que o passado determina nossa identidade, que ser quem somos, hoje, depende exclusivamente do que já fizemos e dissemos. Mas não é verdade. É o futuro que assegura nossa identidade, pois, se não pudermos continuar agindo como antes, o que fomos não poderá se sustentar.

Não basta ter sido justa minha vida inteira se no próximo gesto eu cometer uma injustiça. É sempre o próximo gesto, o próximo passo, a próxima palavra, aqueles que importam para manter a pessoa que tenho sido. E só eles podem desmanchar no ar uma identidade firmada por toda a vida.

O passado é frágil, porque depende da memória. Perdida a memória, perdido o passado. E o futuro é incerto, porque depende das promessas que fazemos. Se não nos obrigarmos a cumpri-las, pagamos o preço de ficarmos à deriva no mundo, à mercê de contradições e de atender a chamados que não têm a ver com nosso destino.

Embora prioritário na movimentação da vida, o futuro é sempre obscuro. Não porque nos falte o dom de adivinhá-lo, mas porque ele não existe ainda. É feito de sonhos e promessas. Se nossos sonhos se realizarão e nossas promessas serão cumpridas, depende do empenho que vamos dedicar a eles. Mas não é só essa dedicação que garante a realização de sonhos e promessas. Cada gesto que fazemos nessa direção é recebido pelos outros com quem convivemos, que completam nosso gesto e podem dar outro rumo para o que iniciamos.

Nossos atos apenas começam um acontecimento. Provocam reações em cadeia, e seus resultados são sempre imprevisíveis. E serão impossíveis se não contarmos com a colaboração dos outros. Só o sonho que se sonha junto é realidade, cantava Raul Seixas.

Épocas de passagens nos fazem tomar contato com tudo isso. E o que mais exigem de nós é renovação: capacidade de prometer, disponibilidade para conquistar colaboradores e se comprometer com eles, coragem para iniciar e dedicação para empreender.


Para descontrair um pouco, convido a tod@s a ver e ouvir o poema canção: O relógio, de Vinícius de Moraes, com interpretação de Walter Franco. Esta composição integra o Musical: A arca de Noé, também de Vinícius de Moraes.

Um super abraço!

Um encontro de Divas

14/12/2009

Amig@s Blogueir@s!

Estive visitando o Blog  Boteco Escola, de Jarbas Novelino Barato,  professor e escritor. O seu Blog  traz ensaios sobre o uso de blogs em educação, além de nos permitir entrar em contato com outras dimensões  culturais e discussões estimulantes. Na visita ao blog, encontrei uma dica musical muito bonita e sensível, onde Jarbas nos convida a compartilhar um momento com a cantora canadense Anne Murray.

Como sua  ex-aluna e seguidora do blog Boteco Escola, resolvi também compartilhar com vocês um pouco mais da diva Anne Murray. Então, trouxe um vídeo que é um encontro de duas Divas: Anne Murray e Celine Dion, também canadense.

Um super abraço!

Utopia, Limitada

10/12/2009

Olá amig@s blogueir@s!

A cidade não para! A cultura está em plena efervescência em todas as suas expressões.

Um bom exemplo disso é o NUO – Núcleo Universitário de Ópera. O NUO é uma Companhia de Ópera  que se dedica  à formação de estudantes para o gênero. Foi criado  em 2003 e hoje é integrado por estudantes universitários, recém formados ou em formação.

Nesta semana, o Núcleo vai apresentar uma bela ópera cômica, cujo título é:  Utopia, Limitada, no Theatro São Pedro.

O espetáculo: Utopia, Limitada é uma sátira política e social que brinca com um dos símbolos do capitalismo moderno, a Empresa Limitada. As cenas musicais (em inglês) são intercaladas por diálogos (em português) muito bem elaborados e cômicos, características que fizeram jus à reputação dos autores. Esta é a 12ª criação de W.S. Gilbert e Sir Arthur Sullivan, respectivamente libretista e compositor, que dominaram o meio musical britânico, entre os anos de 1875 e 1896, com suas divertidas operetas que sempre fizeram enorme sucesso, por onde quer que sejam montadas.
Esta é a sétima produção do Núcleo Universitário de Ópera com obra de Gilbert e Sullivan, sendo reconhecido como único grupo estável de ópera, da América Latina, especializado  em encenar esses autores.

Para não esquecer, o espetáculo acontecerá no seguinte local e dias:


Local: Theatro São Pedro
Rua Barra Funda, nº 171 – Barra Funda/SP
Tel: (11) 3667-0499

DIAS: 11, 12 e 13 de dezembro de 2009

horários: sexta e sábado às 20:30h e domingo às 17h.

– Ingressos: R$ 30,00 (R$ 15,00 meia  entrada)